Archive for October, 2011

rFactor 2 – First public trailer

2011/10/29

If you are an avid racing simmer waiting for years (literally) the release of rFactor 2, you’ll probably love this video. If you’re not, I hope you like it as well. Below, I include the text posted in the game’s website (http://rfactor.net):

If you enjoyed the old MGM movie, Grand Prix, we’re sure you’ll enjoy this “movie style” promo video featuring rFactor 2 in work-in-progress beta testing stage.

Grand Prix racing in the 1960′s was a mixture of bravery that bordered on recklessness and, contrary to what many may say, innovative design and technology, far from primitive, which led Formula One to where it is today.

It was an era when the human eye, instead of a computer and a wind tunnel, designed a beautiful car. It was an era where spectators and drivers were only protected by bales of hay, which were often more likely to attribute to a fire than to save you in an impact.

Risks were taken and lives were lost, but the romance of the era still remains been the target of software developers, TV documentaries, and Hollywood movies. Many, including those of us at ISI, consider this space in time to be a golden age in the history of motorsport.

The first in-game/sim screenshot of rFactor 2 released to the public was of a road lined with trees, a house on the right and a truck parked in its driveway. This, barely recognizable to us as the same track now, was the first indication that ISI were trying to do something different.

We have licensed content from the modern era of motorsport for multiple types of racing, but also have licensing deals for real content from the first four decades of Formula One (some in the initial release, some to come later). We’ve done this because this is what we love and this is what we want to bring to the racing game/sim community. We want you to be challenged by our software, to be challenged rain or shine, day or night, old or new, and what better track to challenge you than the streets of Monte-Carlo?

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É dia de feijoada!

2011/10/14

Hoje é dia de feijoada. Diferentemente dos bares e restaurantes populares, em que dia de feijoada é quarta-feira e sábado (pelo menos em São Paulo), no bandeco, dia de feijoada é sexta-feira. Mas não toda sexta-feira (tá pensando o quê, cara pálida!). Em verdade, temos o referido prato apenas uma ou duas vezes por semestre (às vezes, zero vezes por semestre). E por que sexta-feira? Porque o campus está bem mais vazio do que de costume, pois muitas pessoas voltam para suas cidades de origem.

É sempre uma ocasião especial. Quem já viu, sabe. Nem vendem entradas para não-estudantes. As pessoas trazem suas melhores farinhas, farofas, Coca-Cola e o que mais acharem de interessante para “embelezar” seus almoços (e jantas). Aliás, dia de feijoada é um dos únicos dias em que a janta é igual ao almoço. As pessoas ficam mais inspiradas, muitos dos que não costumam frequentar o bandeco vão lá neste dia, e vão aos montes. As filas duplicam, triplicam. Tudo isso por causa de uma iguaria criada por escravos. Interessante, não?

Mas nem tudo é conto de fadas. Há algumas semanas, o cardápio programado era (adivinha!) feijoada. Eu, como um mero mortal comum, dirigi-me ao estimado bandeco e eis que me deparei com algo: não havia feijoada! De fato, não havia almoço algum! Vi as pessoas desoladas, perdidas, sem saberem o que seria de suas vidas, temerosas quanto ao futuro incerto. Internamente, pânico geral; externamente, uma expressão de dúvida inexprimível. Elas se entreolhavam, atônitas… decepção.
Horas depois, descobri o que ocorrera: a máquina de lavar as bandejas havia quebrado e os funcionários não dariam conta de lavá-las manualmente, ainda mais num dia de feijoada. Quando fiquei sabendo disso, a frustração que sentira outrora cedeu espaço para simpatia pela causa dos pobres trabalhadores. O DCE (você acha que eles ficariam de fora dessa!) organizou cartazes e manifestações em prol dos funcionários (e contra o REItor (pra variar)). De fato, o bandeco é um baita instrumento alimento-político. Experimente deixá-lo fechado por alguns dias pra ver no que dá!

Mas os acontecimentos excepcionais não pararam por aí. Depois de alguns dias funcionando “mais ou menos”, adentrei o referido recinto sem saber o que me esperava. Estupefato, fiquei sem ar por alguns milissegundos, olhos esbugalhados. Esfreguei-os para me certificar de que não dormia. Não, não era sonho. Os outros frequentadores, que também aguardavam na fila, comentavam, olhavam novamente para conferir. Burburinho. O destino que nos aguardava estava ali, bem ali na frente. E quando fomos pegar nossa bandeja… pratos! Pratos de porcelana no bandejão! BANDEJão! Sim, sem dúvida, foi um momento difícil de crise de identidade para meu restaurante preferido.
Por mais que pareça bom ter pratos lá, acredite em mim: não era! A logística do bandeco não foi concebida com pratos em mente. Era um deus-nos-acuda para segurar o prato, a sobremesa e ainda [tentar] pegar os talheres e o guardanapo. Algumas pessoas que nunca vão no bandeco foram lá só por causa dos pratos (vide comentários).
Mas isso foi apenas mais um capítulo na história desse gigante patrimônio dos universitários (e por que não da humanidade!). Algumas semanas após o incrível ocorrido, as boas e velhas bandejas novamente deram as caras (para a felicidade dos que não estavam a se alimentar direito – como eu).
E duas semanas após o retorno das operações ordinárias, o prato constante no título deste artigo também deu as caras (dessa vez, para a felicidade geral da nação!). Hoje é dia de feijoada! Então, com sua licença, vou garantir minha segunda porção dela na janta…